Ariel Ninas en concerto

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Data
18/10/2016 _ 20:30 h

Lugar
SCQ café

Prezo: de balde

Categoría


concertoscq_arielninaswebAriel Ninas ofrece un concerto no café bar SCQ (Orfas 2) en Santiago de Compostela con entrada de balde. Será o vindeiro martes 18 de outubro a partir das 20.30 h. Un recital en dous actos para un solista e unha zanfona con lectura de poemas do libro “Balea2” de Estevo Creus e “Debaleas” de Eduardo Estévez.

ARIEL NINAS: sanfona, electrónica, instrumentos de bolso, paisagens sonoras

Ariel Ninas move-se entre a tradição mais evoluída, irrespectuosa e a contemporaneidade mais efémera. Este pseudomúsico nómade sempre caminhou entre realidades sonoras dispares e complementares como a sua trajectória vital entre várias (mini)cidades galegas, Madrid, Londres e Oxford, lugar este onde formou a sua primeira banda de punk-rock-skiffle-cabaret acústico Inflatable Buddha-sanfona, tabla, baixo e poesia- com os que girou por Inglaterra durante dois anos e editou dois discos.

De formação autodidáctica é quando volve a Galiza que retoma o estudo formal da música tradicional em aCentral Folque, Centro Galego de Música Popular da mão de Óscar Fernández, um dos grandes renovadores da sanfona na Galiza do século XXI.

Actualmente toca em vários projectos de música experiemental e improviso livre fruto da sua participação com a OMEGa, Orquestra de Música Espontânea da Galiza -ImaxinaSons’09 com Fred Frith, Traumzeit Festival (Duisburg) com Michael Fisher. Com o Comando Delta deconstruíndo a Golpes Bajos com Germán Coppini-; com a dupla vocal Annamoviek; a dupla com Ángel Faraldo na dupla B’knob ou a trio na electrónica e multimédia de Ulobit com Xoan Xil e Horacio G. Aliás cultuva as músicas de tradição oral nos projectos Bitoque, a dupla Senhora Asem (MBB: músicas de bordão e baile) ou com César Prata com quem edita no 2016 o disco “Cantos de cego da Galiza e Portugal“.

Imparte aulas de sanfona na AC Brisas do Quenllo da Pontraga (Tordoia) e no Conservatório Histórico de Santiago.

Faz música para teatro -“En construcción” e dança contemporânea com interpretação ao vivo-“Habelas” da Cía. Traspédiante (Prémio Injuve 2010)

De um tempo a esta parte ademais de tocar ribeiranas e mazurkas e seguir explorando os limites da sanfona electroacústica, dedica-se a compor paisagens sonoras fruto das gravações nas suas últimas viagens (Estónia, Nepal e Tibet, Portugal, Irlanda, Brasil).

 

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aCentral Folque, Centro Galego de Música Popular. Galiza, Europe
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